Apresentação

 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta a mostra A direção de arte no cinema brasileiro, que exibirá, de 7 a 18 de fevereiro, 22 títulos representativos do percurso histórico da direção de arte no cinema nacional. O propósito da mostra é oferecer um olhar inaugural sobre a função na atividade cinematográfica brasileira, contribuindo para um maior entendimento sobre seu papel. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Ao longo das duas semanas de exibições, o público tem a oportunidade de reconhecer a importância do trabalho de profissionais como Paschoal Ciodaro, Alcebíades Monteiro Filho, Hipólito Collomb, Martim Gonçalves, Pierino Massenzi, Luiz Carlos Ripper, Anísio Medeiros, Hélio Eichbauer, Yurika Yamasaki, Clóvis Bueno, Cristiano Amaral, Vera Hamburger, Renata Pinheiro, Luiz Roque, Fernando Zuccolotto e Dani Vilela.

Com curadoria de Débora Butruce, a programação inicia seu percurso na década de 1920, com "Braza dormida" (1928), direção de Humberto Mauro e cenografia de Paschoal Ciodaro (até os anos 1980, era usado o termo “cenografia” para a função que depois passou a ser creditada como “diretor de arte”); e chega até os dias atuais, com "Amor, plástico e barulho" (2015), de Renata Pinheiro, com direção de arte de Dani Vilela; passando por filmes como "Macunaíma" (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, com cenografia e figurinos de Anísio Medeiros; "Tudo bem" (1978), de Arnaldo Jabor, com cenografia e figurinos de Hélio Eichbauer; "A festa da menina morta" (2008), direção de Mateus Nachtergaele e direção de arte de Renata Pinheiro; e "Trabalhar cansa" (2011), de Juliana Rojas e Marco Dutra, com direção de arte de Fernando Zuccolotto. Dentre os selecionados, destaca-se o raro "Uma certa Lucrécia" (1957), de Fernando de Barros, protagonizado por Dercy Gonçalves e com cenografia de Pierino Massenzi, que, com sua engenhosidade, conseguiu recriar parte da cidade de Veneza em estúdio. Doze títulos serão exibidos no formato original, em 35mm, e o restante no formato digital.

A mostra faz uma homenagem ao diretor de arte Clóvis Bueno, falecido em 2015, com uma exibição especial de "O beijo da mulher aranha" (1985), de Hector Babenco. Dentre os mais de 30 trabalhos de Bueno, o filme se destaca como a primeira produção brasileira a incluir a função de direção de arte em seus créditos. A sessão conta com a presença da diretora de arte Vera Hamburger, da figurinista Rita Murtinho e do cineasta Walter Lima Jr, que participam de uma conversa sobre o trabalho de Bueno após a exibição.

“Geralmente, é difícil o reconhecimento do papel da direção de arte, seja como elemento dramático ou como principal elemento na construção da ambiência e atmosfera do filme. Tradicionalmente a função é mais notada em gêneros cinematográficos específicos, como musicais, filmes de época e ficções científicas. O alcance do trabalho da direção de arte, entretanto, é bem mais amplo, por isso foram selecionados filmes com propostas estéticas tão diversas”, comenta a curadora.

A programação da mostra ainda conta com dois debates, um com pesquisadores e outro com profissionais da área. No primeiro, os debatedores convidados discutem "A pesquisa em direção de arte em cinema: avanços e perspectivas". No segundo, o tema debatido será "O trabalho com direção de arte no cinema brasileiro".

 

 

programação

7 de fevereiro (terça-feira)

Cinema 2
15h – Braza dormida (1928), de Humberto Mauro, cenografia: Paschoal Ciodaro, 98 min, Digital, 14 anos.
17h30 – O beijo da mulher aranha (1985), de Hector Babenco, direção de arte: Clóvis Bueno, 120 min, Digital, 14 anos.
Homenagem ao diretor de arte Clóvis Bueno.

8 de fevereiro (quarta-feira)

Cinema 1
14h – 24 horas de sonho (1941), de Chianca de Garcia, cenografia: Hipólito Collomb, 100 min, 35mm, 12 anos.
16h – Carnaval Atlântida (1952), de José Carlos Burle, cenografia: Martim Gonçalves, 92 min, Digital, 10 anos.
18h – Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, cenografia e figurinos: Anísio Medeiros, 108 min, 35mm, 12 anos.

Cinema 2
13h – Maridinho de luxo (1938), de Luiz de Barros, cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 87 min, Digital, 10 anos.
15h – Agulha no palheiro (1952), de Alex Viany, cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 97 min, Digital, 12 anos.

9 de fevereiro (quinta-feira)

Cinema 1
13h – Terra em transe (1967), de Glauber Rocha, supervisão artística: Paulo Gil Soares, 105 min, 35mm, 14 anos.
15h – A ostra e o vento (1997), de Walter Lima Jr., direção de arte: Clóvis Bueno, 109 min, 35mm, 14 anos
17h15 – El Justiceiro (1967), de Nelson Pereira dos Santos, cenografia e figurinos: Luiz Carlos Ripper, 80 min, 35mm, 14 anos.

Cinema 2
14h – Uma certa Lucrécia (1957), de Fernando de Barros, cenografia: Pierino Massenzi, 80 min, Digital, Livre.
18h45 – Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor, cenografia e figurinos: Hélio Eichbauer, 110 min, Digital, 14 anos.

10 de fevereiro (sexta-feira)

Cinema 1
15h – Orfeu (1999), de Cacá Diegues, direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 14 anos.
18h – Kenoma (1998), de Eliane Caffé, direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 12 anos.

Cinema 2
13h – Anjos da noite (1986), de Wilson Barros, direção de arte: Cristiano Amaral, 98 min, Digital, 14 anos.

11 de fevereiro (sábado)

Cinema 1
13h – Trabalhar cansa (2011), de Juliana Rojas e Marco Dutra, direção de arte: Fernando Zuccolotto, 100 min, 35mm, 12 anos
16h – Bruna Surfistinha (2011), de Marcus Baldini, direção de arte: Luiz Roque, 108 min, 35mm, 16 anos.
18h30 – Debate A pesquisa sobre a direção de arte em cinema: avanços e perspectivas. Com Beth Jacob, Tainá Xavier e Carolina Bassi. Mediação: Débora Butruce e Rodrigo Bouillet.

Cinema 2
11h – Super Xuxa contra o Baixo Astral (1988), de Ana Penido e David So, direção de arte: Yurika Yamazaki, 100 min, Digital, Livre.
15h – A festa da menina morta (2008), de Matheus Nachtergaele, direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, Digital, 16 anos.

12 de fevereiro (domingo)

Cinema 1
11h – Castelo Rá-tim-bum, o filme (1999), de Cao Hamburger, direção de arte: Clóvis Bueno e Vera Hamburger, 108 min, 35mm, Livre.
18h30 – Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda, direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, 35mm, 16 anos.

Cinema 2
14h – O beijo da mulher aranha (1985), de Hector Babenco, direção de arte: Clóvis Bueno, 120 min, Digital, 14 anos.
16h30 – Amor, plástico e barulho (2015), de Renata Pinheiro, direção de Arte: Dani Vilela, 84 min, Digital, 14 anos.

14 de fevereiro (terça-feira)

Cinema 1
17h – 24 horas de sonho (1941), de Chianca de Garcia, cenografia: Hipólito Collomb, 100 min, 35mm, 12 anos.
19h – Carnaval atlântida (1952), de José Carlos Burle, cenografia: Martim Gonçalves, 92 min, Digital, 10 anos.

Cinema 2
13h – Braza dormida (1928), de Humberto Mauro, cenografia: Paschoal Ciodaro, 98 min, Digital, 14 anos.
15h – Maridinho de luxo (1938), de Luiz de Barros, cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 87 min, Digital, 10 anos.

15 de fevereiro (quarta-feira)

Cinema 1
14h – El Justiceiro (1967), de Nelson Pereira dos Santos, cenografia e figurinos: Luiz Carlos Ripper, 80 min, 35mm, 14 anos.
16h – Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, cenografia e figurinos: Anísio Medeiros, 108 min, 35mm, 12 anos.
18h – Terra em transe (1967), de Glauber Rocha, supervisão artística: Paulo Gil Soares, 105 min, 35mm, 14 anos.

Cinema 2
13h – Agulha no palheiro (1952), de Alex Viany, cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 97 min, Digital, 12 anos.
15h – Uma certa Lucrécia (1957), de Fernando de Barros, cenografia: Pierino Massenzi, 80 min, Digital, Livre.

16 de fevereiro (quinta-feira)

Cinema 1
13h – Kenoma (1998), de Eliane Caffé, direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 12 anos.
15h30 – A ostra e o vento (1997), de Walter Lima Jr., direção de arte: Clóvis Bueno, 109 min, 35mm, 14 anos

Cinema 2
14h – Anjos da noite (1986), de Wilson Barros, direção de arte: Cristiano Amaral, 98 min, Digital, 14 anos.
18h – Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor, cenografia e figurinos: Hélio Eichbauer, 110 min, Digital, 14 anos.

17 de fevereiro (sexta-feira)

Cinema 1
13h – Trabalhar cansa (2011), de Juliana Rojas e Marco Dutra, direção de arte: Fernando Zuccolotto, 100 min, 25mm, 12 anos
15h – Orfeu (1999), de Cacá Diegues, direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 14 anos.
18h – Bruna Surfistinha (2011), de Marcus Baldini, direção de arte: Luiz Roque, 108 min, 35mm, 16 anos.

Cinema 2
16h – A festa da menina morta (2008), de Matheus Nachtergaele, direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, Digital, 16 anos.

18 de fevereiro (sábado)

Cinema 1
13h – Castelo Rá-tim-bum, o filme (1999), de Cao Hamburger, direção de arte: Clóvis Bueno e Vera Hamburger, 108 min, 35mm, Livre.
16h – Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda, direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, 35mm, 16 anos.
18h30 - Debate O trabalho com direção de arte no cinema brasileiro. Com Claudio Amaral Peixoto e Bia Salgado. Mediação: Débora Butruce e Rodrigo Bouillet.

Cinema 2
11h – Super Xuxa contra o Baixo Astral (1988), de Ana Penido e David So, direção de arte: Yurika Yamazaki, 100 min, Digital, Livre.
15h15 – Amor, plástico e barulho (2015), de Renata Pinheiro, direção de Arte: Dani Vilela, 84 min, Digital, 14 anos.

 

FILMES

Braza dormida, de Humberto Mauro, 1928, 98min
Classificação etária: 10 anos

Cenografia: Paschoal Ciodaro
Desenhos de letreiros de apresentação: Silvio de Figueiredo

Luis Soares, estroina carioca, é contratado por Carlos Silva para a gerência de sua usina no interior de Minas Gerais. O rapaz conhece Anita, filha do usineiro, e a paixão é à primeira vista. Ressentido, Pedro Bento, funcionário demitido que Luis vem substituir, passa a escrever cartas ao ex-patrão denunciando o namoro. Carlos Silva afasta sua filha da usina, mas o namoro prossegue em segredo. Pedro não desiste de sua vingança.

Produtora: Phebo Brasil Filme
Distribuidora: Universal Pictures do Brasil S.A.
Produção: Agenor Cortes de Barros; Homero Cortes Domingues
Direção e roteiro: Humberto Mauro
Direção de fotografia: Edgar Brasil
Elenco: Nita Ney (Anita Silva), Luis Soroa (Luis Soares), Máximo Serrano (Máximo), Pedro Fantol (Pedro Bento), Rosendo Franco (empregado antigo).

 

Maridinho de luxo, de Luiz de Barros, 1938, 87min
Classificação etária: 10 anos

Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho
Carpintaria: Alexandrino Castro; Joaquim Pereira; José Queiroz; Gabriel Queiroz; Arthenio Barossi
Responsável por construções: Alcebíades Monteiro Filho; Alceu Rodrigues
Cabelo: João Bráulio
Maquiagem: Diva de Assis

Patrícia é uma moça rica e mimada. O pai faz-lhe todas as vontades, até mesmo quando ela resolve "comprar um marido". Um anúncio no jornal atrai diversos pretendentes. O escolhido é Marcos, que viu na proposta uma bela forma de conseguir dinheiro fácil. O contrato, no entanto, estipula que deve submeter-se a todos os caprichos da noiva. No começo Marcos aguenta as idiossincrasias, mas aos poucos vai revoltando-se com a situação. Quando percebem, as coisas estão em um rumo diferente do planejado pelos dois.

Produtora: Cinédia
Distribuidora: D.F.B. - Distribuidora de Filmes Brasileiros Ltda.
Produção: Adhemar Gonzaga
Direção e roteiro: Luiz de Barros
Direção de fotografia e câmera: Afrodísio P. Castro
Direção de som e sonografia: Hélio Barrozo Netto
Montagem: Luiz de Barros
Direção musical: Ernani Amorim
Coreografia: Valery Oiser
Elenco: Maria Amaro (Patrícia), Ana de Alencar (Zélia), Lúcia Lamour (segundo papel feminino), Maria Lina (Tia Clementina), Oscar Soares (Sr. Castro, pai), Rodolpho Mayer (amigo de Marcos), Carlos Barbosa (Cacholote, mordomo de Marcos), Arnaldo Coutinho (Ernesto), Augusto Annibal (juiz de casamento), Bandeira Duarte (Secretário Barbosinha), Candido Botelho, Carlos Ruel (mordomo de Patrícia), Mesquitinha (Marcos), Fada Santoro (no casamento, atrás da noiva), Maria Lisboa (empregada de Anna).

 

24 horas de sonho, de Chianca de Garcia, 1941, 100min
Classificação etária: 10 anos

Cenografia: Hipólito Collomb
Figurinos: Iracema Gomes Marques
Carpintaria: Francisco Silva; Carlos Ferreira; Pedro Mário;
Maquiagem: Fernando de Barros

Clarice tenta se matar pulando do alto de um morro do Rio de Janeiro, mas é impedida por um policial. Na beira da praia, ela pega o táxi de Cícero. No caminho, escutam um programa de rádio que promove o concurso "Mulher Sherlock", cuja vencedora receberá 100 mil-réis de prêmio. Ela se inscreve, vence, e os dois saem para comemorar. Clarice lhe diz que planeja se suicidar no dia seguinte, e ele sugere que ela transforme em 24 horas de sonho seu último dia de vida.

Produtora e distribuidora: Cinédia
Produção: Adhemar Gonzaga
Argumento: Joracy Camargo
Direção: Chianca de Garcia
Direção de fotografia: George Fanto
Direção de som: Hélio Barrozo Netto
Música: Arthur Brosmans
Elenco: Dulcina de Moraes (Clarice, baronesa das Torres Altas), Odilon Azevedo (Roberto Rei), Oscarito, Aristóteles Pena (Cícero, taxista), Laura Suarez (Princesa Merly de Aubignon), Sadi Cabral (gerente do hotel), Paulo Gracindo (diretor da rádio).

 

Carnaval Atlântida, de José Carlos Burle, 1952, 92min
Classificação etária: 10 anos

Cenografia: Martim Gonçalves
Cenografia (números musicais): Pablo Olivo
Figurinos: Gilda Bastos
Figurinos (números musicais): Osvaldo Mota
Assistência de cenografia e figurinos: Maria de Souza
Contrarregra: Arnóbio Carvalho
Maquiagem: Paulo Carias
Assistência de maquiagem: Raymundo Campesatto

Piro e Miro são dois malandros que apresentam ao dr. Cecílio B. de Milho, produtor da Acrópoles Filmes, o argumento de uma chanchada carnavalesca. O produtor emprega os dois como faxineiros. Decidido a realizar seu filme sério, dr. Cecílio contrata o professor Xenofontes, um especialista em história antiga. Mas a dupla não vai desistir tão facilmente assim.

Produtora: Atlântida
Distribuidora: U.C.B. - União Cinematográfica Brasileira
Gerência de produção: Guido Martinelli
Roteiro: José Carlos Burle; Berliet Jr.; Victor Lima
Direção: José Carlos Burle
Direção de fotografia: Amleto Daissé
Técnicos de som: Aloisio Viana; Jesus Narvaez; Ercole Baschera
Montagem: Wilson Monteiro
Direção musical: Lirio Panicalli
Elenco: Oscarito (Prof. Xenofontes), Grande Otelo (Miro), Cyll Farney (Augusto), Eliana (Regina), José Lewgoy (Conde de Verdura), Colé (Piro), Renato Restier (Cecílio B. de Milho), Wilson Grey (adestrador de pulgas), Iracema Vitória (Aurélia), Carlos Alberto, Blecaute, Francisco Carlos, Bill Farr, Nora Ney, Dick Farney, Orquestra de Chiquinho, Aurélio Teixeira. Participação especial: Maria Antonieta Pons (Lolita).

 

Agulha no palheiro, de Alex Viany, 1952, 97min
Classificação etária: 12 anos

Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho
Assistência de cenografia: Boris Carlow
Contrarregra: Manoel Rocha
Construção de cenário: Nathan Giraldes
Esculturas e pinturas: Ayres Baldissara
Cabelo: Yolanda Bianchi
Costura e guarda-roupa: Julieta Lombardo; Amelia Paula

Mariana é uma jovem do interior de Minas Gerais que parte para o Rio de Janeiro em busca de um homem que a seduziu e a engravidou. Mas o malandro lhe deu o endereço falso, tendo ela como referência apenas uma foto. Hospedada na casa de sua tia, no subúrbio carioca, ela se depara com as dificuldades de viver na cidade grande, vendo que encontrar seu marido no Rio é como buscar uma agulha em um palheiro.

Produtora: Flama Produtora Cinematográfica
Distribuidora: Unida Filmes
Produção: Moacyr Fenelon
Gerência de produção: Raymundo Higino
Direção e roteiro: Alex Viany
Direção de fotografia: Mário Pagés
Sonografia: Luiz Braga Jr.
Montagem: Rafael Justo Valverde; Mário Del Rio; Alex Viany; Cláudio Santoro
Direção musical: Cláudio Santoro
Elenco: Fada Santoro (Mariana), Jackson de Souza (Baiano), Roberto Bataglin (Eduardo), Sarah Nobre (Dona Adalgisa, mãe de Elisa), Dóris Monteiro (Elisa), Hélio Souto (José da Silva).

 

Uma certa Lucrécia, de Fernando de Barros, 1957, 75min
Classificação etária: Livre

Cenografia: Pierino Massenzi
Construção: José Dreuss
Guarda-roupa: Oswaldo Mota
Maquiagem: Ernesto Dagostinho

Uma costureira, às voltas com uma fantasia em forma de gôndola veneziana, sonha que é Lucrécia Bórgia em meio à disputa de poder pelo trono que envolve seu pai, seu irmão, seu marido e mesmo sua camareira.

Produtora: Companhia Cinematográfica Serrador
Distribuidora: Cinedistri
Produção: Florentino Llorente
Produtor associado: Oswaldo Massaini
Argumento e diálogos: Thalma de Oliveira
Roteiro: Fernando de Barros; José Cañizares
Direção: Fernando de Barros
Direção de fotografia: Mario Pagés
Som: Juarez Dagoberto da Costa
Técnico de gravações: Ernst Hack
Montagem: José Cañizares
Trilha musical: Enrico Simonetti
Coreografia: Ismael Guizer
Elenco: Dercy Gonçalves (Lucrécia), Odete Lara (Júlia), Aurélio Teixeira (César), José Parisi (Aragão), Luciano Gregory (Manuel e Maquiavel), Ana Maria Nabuco (Cosetta), Eugenio Kusnet (Alexandre), Maurício Nabuco (Leonardo), Labiby Madi (Mme. Trejoli), Mauro Mendonça (Michele), Ruth Prado (Aia), Joana D'Arc (Aia), Yolanda Cardoso (Aia), Americo Taricano (Sicaro), Nelson Mengarelli (amigo de Aragão), Lyris Castellani (bailarina cigana), João Alfredo Audi (juiz), Cavagnole Neto (mestre de cerimônias), Estanislau Furlan (amigo de Leonardo), Valentim Guzzo (amigo de Leonardo), Angelo Pio Buonafina (espadachim), Victor Antonio Mastrorosa (taberneiro), Henrique de Paula (capitão da guarda), Rafael Fernandes (gondoleiro), Eugenio Montesano (cozinheiro), Henricão e sua Escola de samba, Bailado de Marika Gitali. Participação especial: Walter Stuart (Magicus).

 

El Justicero, de Nelson Pereira dos Santos, 1967, 80min
Classificação etária: 14 anos

Cenografia e figurinos: Luiz Carlos Ripper

As aventuras políticas e sexuais de um bon-vivant burguês, cuja biografia está sendo filmada por um amigo jornalista.

Produtora e distribuidora: Condor Filmes
Produção: Nelson Pereira dos Santos
Direção e roteiro: Nelson Pereira dos Santos
Direção de fotografia: Hélio Silva
Direção de som: Sidney Paiva Lopes; Luiz Carlos Carneiro
Montagem: Nello Melli; Raimundo Hygino
Música: Carlos Monteiro de Souza
Elenco: Arduino Colasanti (El Justicero), Emanuel Cavalcanti (Lenine), Adriana Prieto (Ana Maria), Marcia Rodrigues (Araci), Rosita Tomás Lopes (Mãe de Ana Maria), Selma Caronezzi, Otávio José, Luiz Carlos Carneiro, Emilson Froes, Otavio Matesco (General), Germano Filho, Marilia Branco, Maria Rodrigues, Olga Danicht, Tânia Scheer, Antonio Carnera, Ronaldo Canto e Mello, Zózimo Bulbul.

 

Terra em transe, de Glauber Rocha, 1967, 105min
Classificação etária: 14 anos

Supervisão artística: Paulo Gil Soares
Figurinos de época: Clovis Bornay
Modelos: Danuza Leão e Guilherme Guimarães

O jornalista e poeta Paulo Martins oscila entre diversas forças políticas que lutam pelo poder no fictício país de Eldorado: Porfírio Diaz, um líder de direita e político de tradição, Felipe Vieira, líder populista e demagógico, e Julio Fuentes, poderoso empresário dono de um império de comunicação. Dividido entre a poesia e a política, Paulo agoniza sem conseguir solucionar as incoerências de Eldorado e as suas próprias contradições.

Produtora: Mapa Produções Cinematográficas
Distribuidora: Difilm - Distribuição e Produção de Filmes Brasileiros Ltda.
Produção: Zelito Viana
Direção e roteiro: Glauber Rocha
Direção de fotografia: Luiz Carlos Barreto
Engenharia de som: Aloisio Viana
Montagem: Eduardo Escorel
Música original: Sérgio Ricardo
Elenco: Jardel Filho (Paulo Martins), Paulo Autran (Porfirio Diaz), José Lewgoy (Felipe Vieira), Glauce Rocha (Sara), Paulo Gracindo (Julio Fuentes), Hugo Carvana (Álvaro), Danuza Leão (Silvia), Jofre Soares (Padre Gil), Modesto de Souza (senador), Francisco Milani (Aldo, assessor de Vieira), Echio Reis (Marinho), Mário Lago (Capitão), Flavio Migliaccio (homem do povo), Maurício do Valle (segurança de Vieira), Paulo César Pereio (estudante, assessor de Vieira), Thelma Reston (esposa de Felício), Emanuel Cavalcanti (Felício), José Marinho (Jerônimo) e Zózimo Bulbul (repórter).

 

Macunaíma, de Joaquim Pedro de Andrade, 1969, 108min
Classificação etária: 12 anos

Cenografia e figurinos: Anísio Medeiros
Objetos especiais: Pedro Louzada
Guarda-roupa: Magdalena de Albuquerque
Maquiagem: Ronaldo Abreu
Assistência de maquiagem: Márcia Vasconcelos

No fundo da mata virgem nasce Macunaíma. Depois de adulto, deixa o sertão. Na cidade, estranha e hostil, envolve-se com a guerrilheira Cy e inúmeras outras mulheres, enfrentando o vilão milionário Venceslau Pietro Pietra, na busca de reconquistar a pedra mágica que herdara de Cy, o muirakitã.

Produtoras: Difilm; Filmes do Serro; Grupo Filmes; Condor Filmes.
Distribuidoras: Difilm; Condor Filmes; Embrafilme
Direção e roteiro: Joaquim Pedro de Andrade
Direção de fotografia: Guido Cosulich
Direção de som: Juarez Dagoberto Costa; Walter Goulart
Montagem: Eduardo Escorel
Música de: Mário de Andrade; Orestes Barbosa; Silvio Caldas; Geraldo Nunes; Antonio Maria; Heitor Villa-Lobos; Borodin; Strauss; Sady Cabral; Jards Macalé
Elenco: Grande Otelo (Macunaíma preto), Paulo José (Macunaíma branco e mãe), Jardel Filho (Gigante Wenceslau Pietro Pietra), Milton Gonçalves (Jigué), Dina Sfat (Cy), Rodolfo Arena (Maanape), Joana Fomm (Sofará), Maria do Rosário (Iriqui), Rafael de Carvalho (Curupira).

 

Tudo bem, de Arnaldo Jabor, 1978, 110min
Classificação etária: 14 anos

Cenografia e figurinos: Hélio Eichbauer
Guarda-roupa: Cacilda Fernandes
Carpintaria: Cosme Sacramento
Maquiagem: Antonio Pacheco

Juarez é um aposentado e pai de família de classe média cercado pelos fantasmas de amigos que morreram. Sua esposa, Elvira, não aceita sua impotência e acredita que ele tenha uma amante. A filha do casal só pensa em comprar roupas e o filho é um executivo oportunista. Quando Elvira resolve reformar o apartamento e um bando de operários passa a conviver com a família, o pandemônio e a mistura de tipos se completam.

Produtora: Sagitário Produções
Distribuidora: Embrafilme
Produção executiva: Arnaldo Jabor
Roteiro: Arnaldo Jabor; Leopoldo Serran
Direção: Arnaldo Jabor
Direção de fotografia e câmera: Dib Lutfi
Som direto: Vitor Raposeiro
Montagem: Gilberto Santeiro
Seleção musical: Arnaldo Jabor
Elenco: Fernanda Montenegro (Elvira), Paulo Gracindo (Juarez), Maria Silvia (Aparecida de Fátima), Zezé Motta (Zezé), Stênio Garcia (Zeca Maluco), José Dumont (Piauí), Anselmo Vasconcellos (Washington), Regina Casé (Vera Lúcia), Luiz Fernando Guimarães (Zé Roberto), Fernando Torres (Giacometti). Participações especiais: Paulo Cesar Pereio, Wellington Botelho e Alvaro Freire.

 

O beijo da mulher aranha, de Hector Babenco, 1985, 120min
Classificação etária: 14 anos

Direção de arte: Clóvis Bueno
Cenografia: Felipe Crescenti
Figurinos: Patricio Bisso
Assistência de arte: Berta Segall, Miqui Stédile; Solange Magerowski, Cecilia Ribeiro
Contrarregra: Nanci Audi
Cabelo: Nilda de Moura
Cabelo (Sônia Braga): Marco Simon
Maquiagem: Nena de Oliveira
Maquiagem (Sônia Braga): Guilherme Pereira
Costureiras: Therezinha Ferreira; Jacira Marciano
Costureira (Sônia Braga): Zezé Braga
Guarda-roupa: Marico Kawamura

No presídio de um país latino-americano não especificado, dois prisioneiros ensaiam uma difícil convivência. Um deles, Molina, é um homossexual condenado por corrupção de menores. O outro, Valentin, é um militante político, torturado quase que diariamente pelas autoridades que desejam obter informações sobre suas atividades subversivas. Noite após noite, Molina reconstitui as lembranças de um filme. Os delírios cinematográficos de um e os sofrimentos físicos do outro vão, pouco a pouco, aproximá-los.

Produtora: HB Filmes
Produção: Hector Babenco; David Weisman
Roteiro: Leonard Schrader
Direção: Hector Babenco
Direção de fotografia: Rodolfo Sanchez
Direção de som: Ismael Monteiro
Montagem: Mauro Alice
Música: John Neschling
Elenco: William Hurt (Luis Molina), Raul Julia (Valentim Arregui), Sônia Braga, (Marta/Leni Lamaison/Mulher Aranha), José Lewgoy (diretor do presídio), Nuno Leal Maia (Gabriel, o garçom)
Miriam Pires (mãe de Molina), Milton Gonçalves (Pedro, inspetor de polícia), Patrício Bisso (Greta, amigo de Molina), Fernando Torres (Américo, prisioneiro político), Herson Capri (Werner), Denise Dummont (Michele)

 

Anjos da noite, de Wilson Barros, 1986, 98min
Classificação etária: 14 anos

Direção de arte: Cristiano Amaral
Cenografia: Cristiano Amaral; Francisco Andrade
Figurinos: Mariza Guimarães
Produção de cenografia: Léa Van Steen
Produção de figurinos: Selene Gonçalves
Assistência de cenografia: Duto Simões; Ana Maria Abreu; Tânia Mills
Maquiagem: Maria Antônia Lombardi
Maquiagem de efeito: Darcy
Costureira: Cícera Slama
Guarda-roupa: Mariko Kawamura
Painel: Marcos Sachs
Cenotécnica: Pinicão
Equipe extra de cenografia: Renatão, Juracy e Miltinho

Um vasto painel fragmentado sobre uma noite da metrópole. Uma série de pessoas – uma ex-manequim negra, um diretor teatral, um homossexual, uma atriz decadente, um gigolô, um transformista, uma estudante de sociologia, um sujeito misto de gangster e delegado corrupto, entre outras – estão relacionadas com dois crimes aparentemente gratuitos e impunes até o amanhecer.

Produtora: Superfilmes
Distribuidora: Embrafilme
Produção executiva: André Klotzel; Zita Carvalhosa
Direção e roteiro: Wilson Barros
Direção de fotografia: José Roberto Eliezer
Montagem: Renato Neiva Moreira
Música: Sérvulo Augusto
Elenco: Zezé Motta (Malú), Antônio Fagundes (Jorge), Marco Nanini (Guto), Chiquinho Brandão (Lola, Mauro), Aida Leiner (Milene), Cláudio Mamberti (Fôfo), Aldo Bueno (Bimbo), Ana Ramalho (M. Clara), José Rubens Chachá (Leger), Apresentando: Guilherme Leme (Teddy). Atores convidados: Sérgio Mamberti e Arrigo Barnabé. Participação especial: Marília Pêra (Marta Brum).

 

Super Xuxa contra o Baixo Astral, de Ana Penido e David So, 1988, 100min
Classificação etária: Livre

Direção de arte: Yurika Yamazaki
Figurino Xuxa: Alda Meneghel
Maquiagem: Antonio Pacheco
Assistência de arte: Eugênio Luiz
Assistência de cenografia: Oswaldo Lioi
Estágio em cenografia: André Scalazzari
Assistência de produção de cenografia: Claudia Tenemblat
Estágio em produção de cenografia: Monica Rochin
Cenotécnica: José Luiz Cristofaro; Catatau
Adereços: Sérgio Silveira
Assistência de adereços: Sandra Guarani; Paula Bastos Cruz
Assistência de figurino: Sandro Dutro; Natália Stefamenico
Camareira: Ana Rosa
Costureiras: Maria Vandete da Silva; Ivone
Contrarregra: Teko
Assistência de cenografia - filmagens complementares: Charles Pagani
Cabelo: Renato David Alves
Cabelo Xuxa: Márcia Regina Elias; Fátima Lisboa

Xuxa desperta a ira do vilão Baixo Astral quando chama os baixinhos para uma campanha para colorir o mundo. O vilão então sequestra seu cachorro Xuxo, que tem que enfrentar os frequentes assédios de Titica e Morcegão, os assistentes de Baixo Astral. Acompanhada da lagarta Xixa, Xuxa enfrenta diversas armadilhas para recuperar o cão.

Produtoras: DreamVision; Yan Arte e Comunicação
Distribuidoras: DreamVision; V. Prod. Ltda.; Grupos Severiano Ribeiro - Rio de Janeiro, Norte e Nordeste; Alvorada Filmes - São Paulo e Centro-oeste; Wermar - Sul
Produção: Diler Trindade
Roteiro: Anna Penido
Direção: Anna Penido e David Sonnenschein
Direção de fotografia: Nonato Estrela
Direção de som: David Sonnenschein
Montagem: Vera Freire; Carlos Cox
Música: Michael Sullivan; Paulo Massadas; Anna Penido
Elenco: Maria da Graça Meneghel (Super Xuxa), Jonas Torres (Rafa), Paolo Pacelli (Thico), Roberto Guimarães (Morcegão), Guilherme Karan (Baixo Astral), Participação especial: Henriqueta Brieba (Vó Cascadura).

 


A ostra e o vento, de Walter Lima Jr., 1997, 109min
Classificação etária: 14 anos

Direção de arte: Clóvis Bueno
Cenografia: Vera Hamburger
Figurinos: Rita Murtinho
Cabelo e maquiagem: Ana Van Steen
Assistência de cenografia: Ana Paula Guimarães; Rosa Freire; Luciana Lamounier
Estágio em cenografia: Maria Farkas
Contrarregra: Sérgio Albuquerque
Cenotécnica: Olber Leão; Chiquinho
Assistência de figurino: Flávia Cole
Camareira: Ana Rosa

A jovem Marcela, seu pai José e o velho vivem na ilha dos Afogados, em meio às aves e ao som do vento que sopra permanentemente. Nesta solidão, Marcela torna-se adolescente e descobre seu corpo. Sozinha e de imaginação fértil, Marcela cria Saulo, um ser fictício que acaba adquirindo tal realidade que domina a moça, os dois velhos e a própria ilha.

Produtora: Ravina
Distribuidora: Riofilme
Produção: Flávio R. Tambellini
Direção e roteiro: Walter Lima Jr.
Direção de fotografia: Pedro Farkas
Direção de som: Márcio Câmara
Montagem: Sérgio Mekler
Música: Wagner Tiso
Elenco: Lima Duarte (José), Fernando Torres (Daniel), Floriano Peixoto (Roberto), Castrinho (Pepe), Débora Bloch (Mãe), Arduino Colasanti (Marinheiro Magari), Apresentando: Leandra Leal (Marcela).

 

Kenoma, de Eliane Caffé, 1998, 110min
Classificação etária: 12 anos

Direção de arte: Clóvis Bueno
Cenografia: Vera Hamburger
Figurinos: Moacyr Gramacho
Maquiagem: Gabi Moraes
Assistência de cenografia: Vinícius Andrade
Preparação de objetos: Ana Paula Guimarães; Claudia Veloso
Estágio em cenografia: Patrícia Rabat
Contrarregra: Magrão
Cenotécnica: José Pupe; Lázaro Ferreira; Manoel Silva; Titão; Valdir Fernandes
1ª Assistência de figurino: Yara Vasconcelos
2ª Assistência de figurino: Mariana de Oliveira Fresnot
Camareira: Auxilia Maria de Toledo
Costureiras: Ana Maria Vogesanger; Irma; Maria Cecília dos Santos; Tia Nice

Obcecado em construir um moto-perpétuo, o artesão Lineu dedica todo seu esforço nesta empreitada. Com o auxílio de Jonas, um forasteiro, Lineu acelera a construção pois Gerônimo, o proprietário do terreno onde se encontra a máquina, necessita do local para desenvolver seu projeto de modernização do povoado de Kenoma.

Produtora: A. F. Cinema e Vídeo
Distribuidora: Riofilme
Produção: Alain Fresnot
Roteiro: Luiz Alberto de Abreu; Eliane Caffé
Direção: Eliane Caffé
Direção de fotografia: Hugo Kovensky
Técnico de som: Nério Barberis
Montagem: Idê Lacreta
Direção musical: Marco Antonio Guimarães
Elenco: José Dumont (Lineu), Enrique Diaz (Jonas), Jonas Bloch (Gerônimo), Mariana Lima (Tari), Matheus Nachtergaele (Pedro), Eliana Carneiro (Helena).

 

Orfeu, de Carlos Diegues, 1999, 110min
Classificação etária: 14 anos

Direção de arte: Clóvis Bueno
Cenografia: Cláudio Amaral Peixoto
Colaboração projeto cenográfico: Vera Hamburger
Figurinos: Emília Duncan
Maquiagem: Luis Michelotti
Assistência de cenografia: Ricardo Ferreira; Olinto
Produção de arte: Zilda Moschkovich; Ana Anet; Luís Costa; Marcello Duarte; Claudia Velloso
Desenhos: Leila
Pintura de arte: Ruço; João Bueno
Pinturas de Maicol: Celinho do Cantagalo
Estágio em cenografia: Simone Aquino
Ajudante de cenografia: Nilo Bellezia
Contrarregra: Magrão
Assistente de contrarregra: Ana Tati; Joca
Cenotécnica favela cenográfica: Bahia
Cenotécnica estúdio: João dos Santos Fernandes e equipe
Assistência de figurino: Patrícia Monteiro; Luciana Cardoso
Alfaiate: Alexandre Brasil
Costureira: Maria Helena
Camareiros: Ana Rosa; Renatinho
Estágio em figurino: Amélia Madi; Antonio Medeiros; Paula Miller
Assistência de maquiagem: Edna Soares
Equipe de cabelo e maquiagem: Cristina Mont’Serrat; Helena D’Araújo; Inês D’Araújo
Cabelo Patrícia França: Jean Yves
Tatuador: Beto Tatoo

Orfeu é um jovem líder de Escola de Samba, seu principal poeta e compositor. Morador de uma favela, ele se apaixona perdidamente quando conhece a bela Eurídice, jovem que acaba de se mudar para o local. Mas entre eles existe Lucinho, chefe do tráfico local, que irá modificar drasticamente a vida de ambos.

Produtora: Rio Vermelho
Produção: Renato de Almeida Magalhães; Paula Lavigne
Direção e roteiro: Cacá Diegues
Direção de fotografia: Affonso Beato
Direção de som: Tom Paul
Montagem: Sérgio Mekler
Trilha musical: Caetano Veloso
Elenco: Toni Garrido (Orfeu), Patrícia França (Eurídice), Murilo Benício (Lucinho), Zezé Motta (Conceição), Milton Gonçalves (Inácio), Isabel Fillardis (Mira), Maria Ceiça (Carmem), Stepan Nercessian (Pacheco), Silvio Guindane (Maicol), Castrinho (Oswaldo), Sérgio Loroza (Coice), Rui Polanah (Velho da Jumelice), Cássio Gabus Mendes (Pedro), Léa Garcia (Mãe de Maicol).

 

Castelo Rá-Tim-Bum, o filme, de Cao Hamburger, 1999, 108min
Classificação etária: Livre

Direção de arte: Clóvis Bueno; Vera Hamburger
Figurinos: Verônica Julian
Maquiagem e cabelo: Fábio Namatame
Assistência de arte: Tieko Irii
Coordenação de cenografia: Ana Paula Guimarães
Produção de cenografia: Paschoal Samora; Flávio "Carin" Frederico
Assistência de cenografia: Ana Tatit; Cláudia Gama
Produção de objetos: Patrícia Perla
Assistência de produção de objetos: Adriana Tada
Coordenação cenotécnica: Pupe; Lázaro
Cenotécnico chefe adicional: Antonio Carlos Romero “Pinicão”
Adereços: Beto Paiva; José Carlos Couto
Pintura de arte: Akira Gote; Bia Pessôa
Assistência de pintura de arte: Cid Pereira Maia; Emílio Tomoyuki Goto; Malu Pessôa; Nathalie Norhange; Paulo César Soares; Rogério Marcus Ribeiro; Suzana Olival Costa
Coordenação de pintura de base: Cidinho de Souza
Assistência de cenografia: Andres Sandoval; Joe Ogassawara; Marcelo Temponi
Contrarregra: Magrão
Assistência de projeto e construção: José G. Silveira Jr.
Maquetes: Sérgio Macedo
Estágio em cenografia: Mayume Kobayashi Okoyama
Estágio em pintura de arte: João Bueno
1ª Assistência de figurino: Juliana Prysthon
2ª Assistência de figurino: Foquinha
Modelista: Kazuê Arimoto Noritake
Assistência de figurino: Inês Sacay
Produção de figurino do baile: Mariza Guimarães
Camareira: Yuki Uemura
1ª Assistência de maquiagem: Oswaldo Pires
2ª Assistência de maquiagem: Gabi Moraes
Cabelo: Emy Sato

O menino e aprendiz de feiticeiro, Nino, de 300 anos, vive em um castelo encantado com seus tios e mentores: Morgana, a poderosa feiticeira, e o Doutor Vitor, o grande sábio feiticeiro. O Castelo e seus tios, porém, estão ameaçados pela maldição da bruxa Losângela. Somente através do livro de encantamentos é que Nino poderá se tornar um verdadeiro feiticeiro, para então salvá-los. Entretanto, o livro de Nino continua em branco.

Produtora: Columbia; Sony Pictures Entertainment Company; A. F. Cinema e Vídeo Ltda.
Distribuidora: Columbia TriStar Filmes do Brasil
Produção: Van Fresnot; Alain Fresnot; Cao Hamburger
Roteiro: Cao Hamburger; José Rubens Chachá; José Carvalho de Azevedo; João Emanuel Carneiro Silva; Fernando Bonassi; Victor Mavas; Anna Muylaert
Direção: Cao Hamburger
Direção de fotografia: Marcelo Durst; George de Genevraye
Técnico de som: Romeu Quinto
Montagem: Michael Ruman
Música: Lulu Camargo
Elenco: Marieta Severo (Losângela), Rosi Campos (Morgana), Sérgio Mamberti (Dr. Vitor), Pascoal da Conceição (Abobrinha), Mayara Constantino (Cacau), Oscar Neto (Ronaldo), Leandro Léo (João)
Apresentando: Diegho Kozievitch (Nino). Participação especial: Matheus Nachtergaele (Rato).

 


A festa da menina morta, de Matheus Nachtergaele, 2008, 110min
Classificação etária: 16 anos

Direção de arte: Renata Pinheiro
Cenografia: Karen Araújo
Figurinos: Kika Lopes
Maquiagem: Marquinhos Freire
Produção de arte e objetos: Ananias de Caldas
Contrarregra: Rodrigo Neves
Assistente de contrarregra: Chingo; Cleidinaldo Santos
Cenotécnica: Márcio Frank Fernandes
Estágio em arte: Dayanne
Adereços: D. Mariana
Assistência de figurino: Masta Ariane
Estágio Rio de Janeiro: Fofa
Costureira Rio de Janeiro: Nena Rocha
Costureira Barcelos: Glória
Camareiras: Marenice; Edelna
Assistência de maquiagem e cabelo: Cris Malta

Há 20 anos uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a Festa da Menina Morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho, que após o suicídio da mãe recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor do irmão da menina morta, Tadeu.

Produtora: Bananeira Filmes
Distribuidora: Imovision
Produção: Vânia Catani
Roteiro: Matheus Nachtergaele; Hilton Lacerda
Direção: Matheus Nachtergaele
Direção de fotografia: Lula Carvalho
Técnico de som: Paulo Ricardo Nunes
Montagem: Karen Harley; Cao Guimarães
Trilha musical: Matheus Nachtergaele
Elenco: Aninha Bimba (mãe da Menina Morta), Bitta Catão (Cabocla), Cássia Kiss (Mãe), Conceição Camarotti (Das Graças), Daniel de Oliveira (Santinho), Dira Paes (Diana), Douglas Teixeira (Índio Breaker), Ednelza Sahdo (Tia), Francisco Mendes (Anderson), Jackson Antunes (Pai), Juliano Cazarré (Tadeu), Laureane Gomes (Lúcia), Papaguara (Seu Ciço), Paulo José (Padre).

 

Trabalhar cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra, 2011, 99min
Classificação etária: 14 anos

Direção de arte: Fernando Zuccolotto
Cenografia: Luana Demange
Figurino: Graciela Martins
Maquiagem: Rosemary Paiva
Assistência de arte: Joana Rougier
Produção de arte: Ronald Kashima
Assistência de produção de arte: Sachais Couto
Produção de objetos: Isabella Yumi
Assistência de produção de objetos: André Saito
Peças gráficas: Andrea Lorca
Contrarregra: Chiquinho Ribeiro
Assistente de contrarregra: Fernando Pirata
Ajudantes de arte: Caio, Daniel Rodrigues dos Santos, Elton Hipólito, Fernando Reimberg, Flavinho, Kraftman, Rogel Campos dos Santos
Construção de cenários: Equipe Gaúcho
Serralheria: Paulão
Pintura: Clayton Torres Andrada, Jorge Robério, Nilson Teodoro de Freitas, Walteliton Santos Costa
Efeitos: Martão
Assistência de figurino: Inaê Luz
Camareira: Maria de Lourdes Amorim
Costureira: Sueli Ribeiro de Aguiar
Adereços “A besta”: Dimitre Kuriki e equipe
Assistência de maquiagem: Bruna dos Santos

EQUIPE PAULÍNIA
Assistência de produção de arte: Ivi Vitoriano Ribeiro
Assistência de objetos: Marcelo Gabbania
Camareira: Ana Lea Moreira
Assistência de maquiagem: Priscila D’Elia
Cenotécnica: Abiel Martins Gois, Aparecido do Carmo Camargo, Benedito Luiz Camargo, Daniel Bernardes dos Santos, Paulo Sérgio de Souza, Vanderlei Donizete Zacari, Wilson Pereira de Souza Filho
Ajudante de produção / arte: Leandro Copete

A jovem dona de casa Helena resolve realizar um desejo antigo e abrir seu primeiro empreendimento: um minimercado. Ela contrata a empregada doméstica Paula para tomar conta das tarefas do lar e de Vanessa, sua filha. Quando seu marido, Otávio, perde o emprego como gerente em uma grande corporação, as relações pessoais e de trabalho entre os três personagens sofrem uma inversão inesperada, ao mesmo tempo em que ocorrências perturbadoras passam a ameaçar os negócios de Helena.

Produtora: Dezenove Som e Imagens
Produtoras associadas: África Filmes e Filmes do Caixote
Distribuidora: Polifilmes
Produção: Maria Ionescu; Sara Silveira
Direção e roteiro: Juliana Rojas; Marco Dutra
Direção de fotografia: Matheus Rocha
Som direto: Gabriela Cunha
Montagem: Caetano Gotardo
Elenco: Helena Albergaria (Helena), Marat Descartes (Otávio), Naloana Lima (Paula), Marina Flores (Vanessa), Lilian Blanc (Inês), Gilda Nomacce (Gilda), Thiago Carreira (Ricardo), Hugo Villacenzio (Jorge), Clarissa Kiste (Márcia), Daniela Smith (Samanta), Luiz Serra (Seu Antunes).


Bruna Surfistinha, de Marcus Baldini, 2011, 108min
Classificação etária: 16 anos

Direção de arte: Luiz Roque
Cenografia: Dani Vilela
Figurinos: Letícia Barbieri
Maquiagem: Gabi Moraes
Produção de arte: Ana Paula Guimarães
Produção de objetos: Stella Paiva
Assistência de cenografia: Helga Queiroz
Assistência de produção de objetos: Amanda de Stéfani
Assistência de produção de arte: Caio Muniz
Estagiário de arte: Guilherme Ávila
Contrarregra: João Ricardo
Assistente de contrarregra: Adriano Izoli, Joe Joe
Contrarregra de montagem: Rogério
Arte gráfica: Eduardo Burger
Cenotécnica: Gaúcho e Equipe, Oscar Gustavo Perez, Aleixo - Pigari Cenografia
Pintura: Adão Sir Ávila de Almeida e Equipe, Clayton Torres Andrada
Ajudantes de pintura e arte: José Gonçalves, Jorge Robério, Nilson Teodoro
Serralheria: Gildo Batista Reis de Santana
Assistência de figurino: Andresa Moraes, Flavia Lhacer
Camareira: Lúcia Teodoro
Estágio em figurino: Paulínia Ana Carvalho
Cabelo: Aurialex Mota
Assistência de maquiagem e cabelo: Roger Ferrari
Consultoria de cabelo: Emi Sato
Colaboração maquiagem: Marcos Ribeiro, Rachel Ramos, Valter Paixão Correia, Jô Castro

Equipe Arte Paulínia
Estágio em objetos: Nanda Canabarra, Mariana Maurer
Cenotécnica: Aparecido do Carmo Camargo
Assistência de cenotecnia: Vanderlai Donizete Zacari, Jonathan Antonio da Silva
Assistência de produção de arte: Gustavo Freitas Azevedo
Pintura figurativa: Rogério Mantovani
Assistente de contrarregra: Bellamir (Bêlla)
Marcenaria: Vital Vilela da Silveira

Aos 17 anos, Raquel se sente desajustada na escola, onde é ridicularizada pelos colegas, e em casa, onde vive em conflito com a família. Um dia, a menina de classe média toma uma decisão surpreendente: virar garota de programa. De ingênua e desajeitada, ganha fama nacional quando, com o nome Bruna Surfistinha, passa a contar em um blog suas aventuras sexuais e afetivas como garota de programa.

Produtora: TVZero
Coprodutoras: Damasco Filmes; RioFilme; Telecine
Distribuidora: Imagem Filmes
Produção: Roberto Berliner; Rodrigo Letier; Marcus Baldini
Roteiro: José Carvalho; Homero Olivetto; Antonia Pellegrino
Direção: Marcus Baldini
Direção de fotografia: Marcelo Corpanni
Som direto: Louis Robin
Edição de som: Miriam Biderman; Ricardo Reis
Montagem: Manga Campion; Oswaldo Santana
Trilha sonora: Gui Amabis; Rica Amabis; Tejo Damasceno
Elenco: Deborah Secco (Raquel e Bruna), Cassio Gabus Mendes (Huldson), Drica Moraes (Larissa), Fabíula Nascimento (Janine), Cris Lago (Gabi), Erika Puga (Mel), Simone Iliescu (Yasmin), Brenda Ligia (Kelly), Guta Ruiz (Carol), Juliano Cazarré (Gustavo), Clarisse Abujamra (Celeste), Luciano Chiroli (Otto), Sérgio Guizé (Rodrigo), Gustavo Machado (Miguel).

 

Tatuagem, de Hilton Lacerda, 2013, 110min
Classificação etária: 16 anos

Direção de arte: Renata Pinheiro
Cenografia: Dani Vilela
Figurinos: Chris Garrido
Maquiagem: Donna Meirelles
Produção de arte: Elaine Soares de Azevedo
Produção de objetos: Thales Junqueira
Assistência de produção de objetos: Neca Lucena
Produção de veículos: Lellye Lima
Contrarregra: Pedro Von Tiesenhausen
Assistente de contrarregra: Regis Alves
Assistência de arte: Fernanda Pagnossin
Indumentárias dos espetáculos; Renata Pinheiro
Design gráfico: Dani Brilhante
Cenotécnica: Fernandes Soares
Costureira: Dona Nice
Adereços de arame: Everton Gomes
Estágio em arte: Priscilla Duarte
Produção de figurino: Tarcila Jacob
Assistência de figurino: Mônica Pantoja e Thais de Campos
Camareira: Mauricea Conceição
Estágio em figurino: Cora Viterbo
Assistência de maquiagem: Cris Malta

Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley, a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia.

Produtora: REC Produtores Associados
Distribuidora: Imovision
Produção: João Vieira Jr.; Chico Ribeiro; Ofir Figueiredo; Dedete Parente
Direção e roteiro: Hilton Lacerda
Direção de fotografia: Ivo Lopes Araújo
Som direto: Danilo Carvalho
Montagem: Mair Tavares
Música original: DJ Dolores
Elenco: Irandhir Santos (Clécio), Jesuíta Barbosa (Fininha), Silvia Prado (Deusa), Rodrigo Garcia (Paulete), Silvio Restiffe (professor Joubert), Nash Laila (Chão de estrelas).

 

Amor, plástico e barulho, de Renata Pinheiro, 2015, 86min
Classificação etária: 14 anos

Direção de Arte: Dani Vilela
Figurinista: Joana Gatis
Maquiagem: Donna Meirelles
1ª Assistência de arte / Produção de objetos: Thales Junqueira
Produção de arte: Luísa Accetti
Assistência de arte: Ariana Gondim
Design gráfico: Daniela Brilhante
Cenotécnica: Fernandez
Assistência de cenografia: Everton Henrique
Contrarregra: Rodrigo Bernardi
Produção de locação: Brenda da Mata; Luísa Accetti
Produção de figurino: Catarina Jacobsen
Assistência de figurino: Cora Viterbo; Maria Esther de Albuquerque
Assistência de maquiagem: Jennyfer Caldas

Shelly é uma jovem dançarina que sonha se tornar cantora. Jaqueline, uma experiente cantora que já emplacou alguns sucessos e amarga o declínio da sua carreira. As duas são companheiras em uma banda de música brega, num cenário que mescla o romantismo e a sensualidade da periferia brasileira. Inseridas no universo do show business, entre nightclubs e programas de TV local, descobrem que tudo é descartável, como o sucesso, o amor e as demais relações humanas.

Produtora: Aroma Filmes
Coprodutora: Boulevard Filmes e Canal Brasil
Distribuidora: Boulevard Filmes
Roteiro: Sergio Oliveira; Renata Pinheiro
Direção: Renata Pinheiro
Diretor assistente: Sergio Oliveira
Direção de fotografia: Fernando Lockett
Som direto/Edição de som: Manuel de Andrés
Montagem: Eva Randolph
Trilha sonora original: DJ Dolores e Yuri Queiroga
Elenco: Nash Laila (Shelly), Maeve Jinkings (Jaqueline), Samuel Vieira, Rodrigo García, Leo Pyrata.

créditos

patrocínio
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E GOVERNO FEDERAL

produção
MNEMOSINE SERVIÇOS AUDIOVISUAIS

apoio
ASSOCIAÇÃO CULTURAL TELA BRASILIS
CINEMATECA DO MAM-RJ

idealização e curadoria
DÉBORA BUTRUCE

coordenação geral e coordenação executiva
DÉBORA BUTRUCE

coordenação de produção
RAUL FERNANDO

produção executiva
PATRICIA FERREIRA
VIVIANE AYRES

produção local
FLÁVIO OZÓRIO

produção de cópias
FABRICIO FELICE

coordenação editorial
DÉBORA BUTRUCE
RODRIGO BOUILLET

pesquisa de imagens
RODRIGO BOUILLET

pesquisa adicional de imagens
FABRICIO FELICE

projeto gráfico, webdesign e vinheta
RICARDO RODRIGUES

música da vinheta
GUNN. R

 

textos
DÉBORA BUTRUCE
BETH JACOB
CAROLINA BASSI DE MOURA
INDIA MARA MARTINS
GILKA VARGAS
TERESA MIDORI TAKEUCHI
LUIZ FERNANDO PEREIRA
TAINÁ XAVIER
THALES JUNQUEIRA
RODRIGO BOUILLET

agradecimentos especiais
Jorge Butruce
Verena Butruce Borges
Terezinha Brum Felice
Hernani Heffner
Vera Hamburger
Rita Murtinho
Walter Lima Jr.

agradecimentos
Aleques Eiterer
Ana Vasconcellos
Anderson Perri
Anna Karinne Ballalai
Betina Viany
Breno Lira Gomes
Carlos Augusto Calil
CTAv – Centro Técnico Audiovisual
Dalva Araújo
Daniela Pfeiffer
Eduardo Ades
Fábio Vellozo (Cinemateca do MAM-RJ)
Fausto Júnior
Glória Ferreira Brauniger (CEDOC/Furnarte)
Ivelise Ferreira
Janeide Caldas
Janine Paim
João Bueno
José Maria Pereira Lopes
Leonardo Spitz
Luís Alberto Rocha Melo
Luiz Baez
Marcelo de Castro (CEDOC/Funarte)
Paloma Rocha
Paulo Rocha
Pedro Nogueira
Rafael Rodrigues
Rodrigo Amin
Sérgio Caldeira
Simone Massenzi

 

 

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